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Preferi o Firefox (Open Source 1 a 0)
Por bill | maio 14, 2008
Olá a todos!
Espero que vocês já tenham acompanhado na sessão ‘Diário de Bordo’ a pequena crônica que construi sobre o Mozilla Firefox pois hoje ainda quero falar um pouco sobre ele.
Bem, quando iniciei meus estudos com a plataforma .NET da Microsoft eu realmente tinha uma certa relutância em usar o Firefox. Na verdade, demorei muito a perceber que ele existia. E um dos principais motivos de nem sequer querer usa-lo foi com certeza o fato de que o IE 6 me atendia muito bem.
Mas o que quero dizer com me atendia muito bem? Bem… ele acessava a internet e tinha suporte nativo na integração com o Visual Studio .NET. Isso me bastava. Gosto de comparar a minha utilização de navegadores com Internet Banking. Você realmente pode fazer tudo no caixa eletrônico e indo ao banco, pode até viver assim sem nenhum tipo de problema, no entanto, quando descobre as facilidades que um Internet Banking lhe proporciona, você simplesmente não consegue mais viver sem ele.
Eu usava o IE, sem saber dos horizontes que a mim poderiam ser abertos utilizando o Firefox.
Um belo dia então aprendi o que significava ‘cross-browser’ e ‘programação não obstrutiva’. E ai tive que me atualizar. Nisso resolvi instalar o Firefox. Engraçado, que de primeira achei interessante o tamanho do arquivo. Em seguida, nem sei se foi inconsciente, mas percebi que o navegador estava ligeiramente mais rápido em certos sites. Até ai eu não trocaria mesmo o IE pelo Firefox. Foi quando percebi um quesito que o IE, até hoje, com a sua tão badalada versão 8, não investe. A Extensibilidade.
Temas, plugins, e todos aqueles cacarecos que personalizam o navegador da forma desejada. Isso sim valia a pena testar. Baixei várias, testei muitas e me apeguei a algumas extensões (mais tarde inclusive desenvolvi até algumas extensões do tipo ‘hello world’ para testes - esperem por um tutorial na sessão ‘Instruções de Uso’). Estava feliz com meu navegador novo, tinha decidido, iria usar somente o Firefox.
Como meu intuito inicial era desenvolver aplicativos ‘cross-browser’, voltei ao trabalho e fui desenvolver alguns scripts. Tomei um susto ao perceber que meu arquivo.JS para máscaras não se comportava como no IE. Infelizmente, a Microsoft, americana que é, se mete muito a criar e tentar impor padrões próprios, sei que não é uma prática muito ética visto que existem W3Cs da vida por ai. Mas bem que o Firefox poderia incorporar comandos JavaScript já muito populares como ‘e.event’. Achei que isso era um problema não tanto corriqueiro, mas bastou fazer uma pesquisa no Google com a abrangente frase: ‘javascript que funciona no ie e não no firefox’, que o resultado é nada mais nada mesmo que 155 mill ocorrências. Ou seja, algo comum. Acho um saco ficar moldando e testando aplicações neste, naquele, naquele outro navegador.. isso é terrível. Tomara que, um dia, os dois times dêem as mãos e trabalhem juntos pelo bem dos usuários.
Hoje, apesar dos pesares, uso somente o Firefox, mas trabalho com mais browsers. Na verdade, não vi um diferencial ENOORME entre os navegadores, como os xiitas do software livre gostam de pregar. Utilizo ele pelas facilidades que me proporciona, mas continuaria usando o IE caso não conhecesse essas funcionalidades. E se por acaso, algum dia, a Microsoft resolver se render as geniais idéias que nele vem agregadas, posso quem sabe voltar a usar o IE. Não são os testes do ACID3 que vão mudar minha opinião de usuário, pois afinal, na prática é um pouco diferente.
Enfim.. meu primeiro caso de sucesso consciente com um software open source. 1 a 0 para a comunidade livre na nave linux.
“Bill até se esqueceu do trabalho que precisava fazer no YES, passou o dia brincando com seu novo amigo, a raposa de fogo”
Tópicos: Personagens |







maio 15th, 2008 às 16:47
Gostei! O vem depois..? ^^
maio 28th, 2008 às 14:50
estamos aguardando!!!